
Lucas da Silva Gadelha
Medicina · UECE, UFES121 a 140 acertos
Comecei a acompanhar o Pedro no 2º ano do Ensino Médio, em 2023. Fui tomando gosto pelo vestibular e decidi que queria fazer medicina. Foram alguns meses acompanhando pelo Instagram e trocando mensagens com ele, até comprar uma mentoria que ele vendeu no começo de 2024. A partir desse momento a minha mentalidade era outra. Aprendi o RAD e o TAB. Passava as aulas do terceiro ano somente em sala, mas estudando à parte. Assistia, na medida do possível, às aulas da Comunidade Assaad com o Raimi, meu padrinho, e sentia que aquelas aulas eram capazes de me fazer entender o que nunca tinha entendido. Consumia tudo: dos vídeos às lives (que à época eram frequentes). Diante da linha de chegada, nos dias do ENEM 2024, acabei passando por uma crise de ansiedade e fracassei. Em 2025, mesmo bolsista no cursinho do Ari de Sá, não deixei de acompanhar o Pedro e suas aulas que estavam sendo postadas no YouTube. Como eu não assinava a Plataforma somente por não ter como pagá-la, vi ouro no Hackeando o ENEM. Senti, no final do ano, que havia construído uma base sólida. Mais uma vez, no dia do ENEM, passei por percalços — dormi no primeiro dia de prova; no segundo dia, por um transtorno que tenho, quase fechei ciências naturais, mas não tive tempo para fazer boa parte da prova de matemática. Depois de conversar com o Pedro pelo Instagram, recebi uma proposta que cabia no meu bolso e, finalmente, pude assinar a tão sonhada Plataforma, que fez com que eu quase gabaritasse na UECE as vinte questões da minha maior fraqueza, a química. Resultado: enquanto aluno do Pedro Assaad, fui aprovado num dos vestibulares tradicionais mais difíceis e conceituados do país, a UECE, e na UFES, outra grande universidade, pelo Sisu, mesmo com a nota bizarra (740) em redação.



